LIMITES DA PUBLICIDADE NA ADVOCACIA

Com um Código de ética tão discutido, a consulta pública trará perguntas objetivas ligadas a flexiblização das regras de publicidade, utilização das redes sociais, sites e plataformas digitais, como aplicativos de localização, busca e troca de mensagens, para a divulgação dos serviços advocatícios. Com um campo aberto para sugestões.


"A revisão do provimento que tratará da publicidade na advocacia se deve ao fato de que a regra atual não contempla as redes sociais. Além disso, a norma em vigor traz critérios abertos e indefinidos, o que dificulta a interpretação do usuário e do próprio julgador dos Tribunais de Ética e Disciplina nas seccionais", explicou Raghiant.

Os advogados que queiram contribuir para a discussão sobre publicidade podem acessar o questionário que ficará disponível em um banner na página inicial do site da OAB nacional, no período de setembro a novembro deste ano.

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